segunda-feira, 3 de julho de 2017

Manuela Moura Guedes


BIOGRAFIA
Nasceu em 23 de Dezembro de 1955, no Cadaval mas a sua infância foi passada em Torres Vedras. Em 1978, quando frequentava o último ano do curso de Direito, entra para a RTP como locutora de continuidade. 

No início assinava Manuela Matos. Em 1979 apresenta o Festival da Canção com Fialho Gouveia. No dia 22 de Maio participou na sessão experimental do concurso "Écran Mágico" e os seus dotes musicais foram logo notados.

Ainda nesse ano edita o seu primeiro single, "Conversa Fiada". No ano seguinte foi editado o single "Sonho Mau".

Manuela Moura Guedes também trabalhava na rádio, primeiro teve, na Comercial, um programa de música, depois fez o programa "Jogo de Damas", com  Dora Maria e Maria João Aguiar, e depois colaborou no programa TNT da Rádio Comercial.

No fim de 1981 é editado o single "Flor Sonhada/Foram Cardos, Foram Prosas", com letra de Miguel Esteves Cardoso e música de Ricardo Camacho. No disco, produzido por Ricardo Camacho e por Jaime Fernandes, participaram  Ricardo  Camacho, nas teclas e sintetizadores, Tóli (bateria), Vítor Rua (baixo e viola) e Tó Pinheiro da Slva (guitarra). (1)

A seguir é editado o álbum "Alibi", feito em conjunto com os GNR (Tóli e Vítor Rua mais Rui Reininho), mas que não consegue repetir o sucesso obtido com o single.

Depois de três anos como locutora tinha passado para a informação. Acaba por largar a música, receando que o facto de cantar pudesse prejudicar a imagem de jornalista.

Em Novembro de 2007 foi editado, pela primeira vez em CD, o álbum "Alibi" com a inclusão dos dois temas do single anterior.

(1) Ricardo Camacho chega a preparar temas para o sucessor desse single. Um dos temas daria origem ao tema  "Sete Mares" dos Sétima Legião.

DISCOGRAFIA
Conversa Fiada/O Que Pode Ser (Single, Boom/Nova, 1979)
Sonho Mau/Sonho Bom (Single, Nova, 1980)
Flor Sonhada/Foram Cardos, Foram Prosas (Single, EMI/VC, 1981)
Alibi (LP, EMI/VC, 1982)

COMENTÁRIOS
«Tinha algum jeito, mas não propriamente talento, como aliás acontece com muitas coisas. A música fez um enorme sucesso, foi o «single» mais vendido em termos nacionais.» MMG

«foi, acima de tudo, um desafio. Provei a mim mesmo que seria capaz de fazê-lo e sinto-me orgulhoso por causa disso. É um orgulho adolescente e acho que o trabalho, tanto dos músicos, como da Manuela, tem uma sobriedade incrível.» Ricardo Camacho, 11/1981

«Tenho alguma pena de ter deixado a música, porque me divertia, satisfazia, realizava - e isso é extremamente importante, porque, se deixarmos de achar graça às coisas, é melhor largá-las. Tive algum receio de que a imagem de jornalista fosse deturpada pelo facto de cantar, por isso larguei a música.» MMG

«...talvez agora o disco [Álibi] seja bastante mais comercial do que o era na altura em que o gravei, pois estava avançado demais para esse tempo. Hoje, as pessoas talvez estejam mais habituadas aos sons do disco, sons esses da inteira responsabilidade dos GNR.» MMG

NO RASTO DE...
Ficou mais de quatro anos longe do pequeno ecrã e nesse período chegou a ser deputada pelo CDS/PP. Ingressa na TVI  onde assumiu as funções de "pivot" e de chefe de redacção. Cantou em algumas galas da TVI e em 2006 participou no programa "Canta Por Mim".

Informação retirada daqui

sábado, 1 de julho de 2017

Mão Morta


BIOGRAFIA
Joaquim Pinto encontra em Berlim um dos elementos dos Swans que lhe disse que ele tinha cara de baixista. Volta para Portugal, compra um baixo e decide formar um grupo. 

Os Mão Morta aparecem, em Novembro de 84, para satisfazer o desejo de Joaquim Pinto e para ir tocar a Berlim. O grupo era formado por Joaquim Pinto (baixo), Miguel Pedro (guitarra) e Adolfo Luxúria Canibal (voz), que anteriormente se tinham juntado nos PVT Industrial.

Estreiam-se ao vivo, em Janeiro de 1985, no Orfeão da Foz, no Porto. Como estavam muito vazios em palco decidiram alargar a formação a um quarto elemento. Entra, assim, o guitarrista Zé dos Eclipses (antigo colega de Adolfo Luxúria Canibal nos AuAuFeioMau) passando Miguel Pedro para a bateria. 

Começam a participar em concursos e ficam em 4º lugar no Festival Nacional de Nova Música Rock, no Porto, em 1985 e  ganham o Prémio de Originalidade do III Concurso de Música Moderna do Rock Rendez-Vouz (1986).

Em 1986 participam no Rock Vigo-Oporto, no El Kremlin, em Vigo. No fim desse ano entra para a banda o guitarrista Carlos Fortes.

O tema "1º de Novembro" é utilizado na banda sonora do filme "Um Dia no Bairro" de Paulo Miguel Fortes. Em Agosto de 1987 é editada uma k7 pela "Malucos da Pátria". Fazem a primeira parte dos Gun Club nas Jornadas do Império, em Lisboa.

Gravam para a Ama Romanta o mini-LP "Mão Morta" que seria editado em Julho de 1988. Gravado e misturado em três dias, o disco incluía seis temas. Englobava alguns dos primeiros temas ("Oub'Lá", "Aum") e músicas mais recentes que ainda não tinham sido tocadas ao vivo.

Em 1989 participam, com "1º de Novembro", na colectânea "À Sombra de Deus". No dia 2 de Junho desse ano actuam no Rock Rendez-Vous num concerto em que Adolfo Luxúria Canibal corta a própria perna com uma faca. (1)

Joaquim Pinto abandona o grupo, por motivos pessoais, em Janeiro de 1990. Entram para o grupo José Pedro Moura (baixo) e António Rafael (teclas).

O segundo álbum, "Corações Felpudos", é editado em Setembro de 1990 pela Fungui, editora ligada ao agenciamento da banda. 

Em Junho de 1991 editam "O.D., Rainha do Rock & Crawl" através da Área Total. O disco, gravado numa semana, funcionou quase como uma encomenda da editora da Guarda que já tinha mostrado interesse em editar o disco anterior. Zé dos Eclipses sai da banda e é substituído por Sapo (ex-Pop Dell'Arte).

Devido a alguns problemas com a Área Total, o grupo regressa à Fungui que edita o álbum "Mutantes S.21" em Dezembro de 1992. O disco obtém um grande êxito devido sobretudo aos temas "Budapeste" e "Lisboa".

Em Maio de 1993, o álbum  "Mutantes S.21" seria reeditado, numa edição limitada a 500 exemplares, acompanhada por uma banda desenhada.

Os Mão Morta fazem a banda sonora da curta metragem "Os Primeiros cinco Minutos Depois da Morte" produzida pela Oh! Brother Productions.

Assinam com a multinacional BMG e lançam, em Março de 1994, o álbum "Vénus em Chamas". («Os Escorpiões com Sida entram minúsculos pelas frinchas das portas e tornam-se gigantes no calor do corpo...»). O disco inclui temas como "Cães de Crómio" (lançado também num single que incluía  remisturas desse tema) e "Velocidade Escaldante". 

Ainda em 1994 participam nos discos de homenagem a António Variações e a José Afonso.

Devido a alguns conflictos, Carlos Fortes acaba por sair do grupo e é substituído por Vasco Vaz (ex-Braindead).

A BMG lança, em 1995, a compilação "Mão Morta Revisitada" que assinala o 10º aniversário da banda. Nesse ano, o grupo recebe a Medalha de Mérito (Grau Prata) da Cidade de Braga. 

"Chabala" é lançado como single. O teledisco, realizado por Nuno Tudela, venceria no ano seguinte a categoria video dos Prémios Blitz.

Adolfo Luxúria Canibal participa no tema "E O Verbo Criou A Mulher" dos Diva.

Em Janeiro de 1997 apresentam a peça "Müller no Hotel Hessischer Hof" no pequeno auditório do CCB. O registo do concerto seria depois lançado em CD pela editora Norte Sul. A edição em VHS seria lançada no ano seguinte.

O álbum "Há Já Muito Tempo que Nesta Latrina o Ar se Tornou Irrespirável",  baseado no movimento da Internacional Situacionista(2), é editado em 1998. 

Os discos "Mão Morta" (incluindo os temas da K7 de 1987), "Corações Felpudos" e "O.D., Rainha do Rock & Crawl" (incluindo como faixas bónus os temas das colectâneas "À Sombra de Deus") são reeditados pela Norte Sul.

Participam no disco de homenagem aos Xutos e Pontapés com uma versão de "Mãe".

O 15º aniversário do grupo é celebrado no  Lux e enchem o Coliseu dos Recreios. Fazem uma versão de "No Domingo Fui às Antas" para o disco de tributo a Rui Veloso.

O álbum "Primavera de Destroços"(3) foi editado em 2001. O disco, com produção de Miguel Pedro, contou com a prestação da baixista Marta Abreu, que substituira José Pedro Moura, mas após a gravação do disco é substituída por Joana Longobardi.

O grupo recebe, em 2001, o "Prémio Carreira" atribuído pelo semanário "Blitz".

No início de 2002 é lançada uma edição limitada do álbum "Primavera de Destroços" que inclui um cd bónus com 12 temas gravados ao vivo no concerto de 8 de Maio na Aula Magna e ainda a versão longa de "Chabala" incluída no Cd-single promocional de "Cão da Morte".

No final de 2002, o grupo percorre vários bares e discotecas na Carícias Malícias Tour.

Em Fevereiro de 2003 apresentam o espectáculo "Carícias Malícias" no auditório da RDP. O disco seria editado em Maio por uma nova editora, criada pelo grupo, a Cobra Records.

"Narradores da Decadência", a primeira biografia dos Mão Morta, da autoria de Vítor Junqueira, é lançada em Março de 2004. O disco "Nus" é editado no dia 13 de Abril.

Em 2006 é editado no formato DVD o espectáculo "Muller ...". Miguel Pedro e Adolfo Luxúria Canibal editam em disco a banda sonora para "Estilhaços".

Em Maio de 2007 estreiam em palco o espectáculo baseado nos "Contos de Maldoror".

(1) «O concerto do RRV foi um concerto especial. Aconteceu assim porque tinha de acontecer. As condições levaram a isso. O ambiente daquela sala era... de cortar à faca. De maneira que era necessário sangue ali senão aquilo podia ser trágico.» ALC

(2) «Tínhamos há muito um tema perfeitamente Situacionista, que nunca chegou a ser gravado, que era o "Broche É Bom", e que tinha um olhar com alguma ironia sobre o mundo que era uma ironia profundamente Situacionista. Aliás, essa ironia Situacionista está presente em toda a nossa obra, mas este disco foi talvez o que fez melhor a ligação entre todos os retratos que sempre traçámos com as nossas canções»ALC/Blitz

(3) "Primavera dos Destroços", com letra e música de Zé dos Eclipses, era um tema dos AuAuFeioMau. Contactaram José Mário Branco para que fizesse um arranjo de cordas e participasse vocalmente mas por dificuldades de agenda não foi concretizada essa ideia.

DISCOGRAFIA
Mão Morta (LP, AmRo, 1988)
Corações Felpudos (LP, Fungui, 1990)
O.D., Rainha do Rock & Crawl (LP, Área Total, 1991)
Mutantes S.21 (LP, Fungui, 1992)
Venús em Chamas (CD, BMG, 1994)
Mão Morta Revisitada (Compilação, BMG, 1995)
Müller no Hotel Hessischer Hof (CD, Nortesul, 1998)
Há Já Muito Tempo que Nesta Latrina o Ar se Tornou Irrespirável (CD, Nortesul, 2000)
Primavera de Destroços (CD, Nortesul, 2001)
Primavera de Destroços+Ao Vivo na aula Magna - 8 Maio 2001 (2CD, Nortesul, 2002)
Carícias Delicias (CD, Cobra, 2003)
Nus (CD, Cobra, 2004)
Maldoror (CD, Cobra, 2008)
2009

Colectâneas
À Sombra de Deus - Braga 1988 (1989) - 1º de Novembro
Insurrectos (1990) - Véus Caídos
Variações - As Canções de António (1994) - Visões - Ficções (Nostradamus)
Os Filhos da Madrugada (1994) - O Avô Cavernoso
À Sombra de Deus Vol. 2 (1994) - Rotte - A Morte é um Acto Solitário
XX Anos XX Bandas (1999) - Mãe
Ar de Rock - Vinte Anos Depois (2000) - No Domingo Fui Às Antas
Manifesto (2004) - Estilo / Berlim
À Sombra de Deus Vol. 3 (2004) - Sobe, Querida, Desce
3 Pistas (2005) - 

NO RASTO DE...
Zé Eclipses saiu do grupo porque foi para os Estados Unidos onde concluiu o seu doutoramento.

José Pedro Moura ainda faz parte dos Pop Dell' Arte. É também DJ e é gerente da antiga loja VC de Santa Apolónia. Antes de entrar para os Mão Morta tinha estado nos Pop Dell' Arte, SPQR e Acidoxibordel.

Carlos Fortes está nos Um Zero Amarelo.

 Informação retirada daqui

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Margem Sul


BIOGRAFIA
Banda de Corroios, Seixal, formada por Paulo Marreiros (voz e guitarra), o ex-Aqui d'el-Rock Carlos Cabral (guitarra), Luís Cabral (baixo) e Bruno Bernardo (bateria).

"Tempos Difíceis", "Pelas Ruas da Cidade", "Princesa", "Distância" e "Ilha" são os temas da maqueta "Primeiros Passos" de 1987.

Em 1988 participaram no Concurso de Música Moderna do RRV onde foram um dos grupos finalistas. O tema "Pelas Ruas da Cidade" aparece na colectânea "Registos de MMP" com bandas desse concurso.

Ainda chegaram a gravar um disco mas que nunca viu a luz do dia.

DISCOGRAFIA
Colectâneas
Registos (1989) - Pelas Ruas da Cidade

NO RASTO DE ...
Os irmãos Cabral têm um dos melhores estúdios da margem sul, o Boom Studio.

Paulo vive no Algarve e canta e toca ocasionalmente com os Últimos Suspeitos.

Bruno Bernardo tocou nos Loja de Neons, Urban Assault e Toxina.

Informação retirada daqui

terça-feira, 27 de junho de 2017

Mário Mata


BIOGRAFIA
Mário Mata nasceu em 2 de Setembro de 1960, em Luanda (Angola). Em Agosto de 1974 vem para Portugal continental fixando-se em Portimão. Reparte a casa entre várias localidades do Algarve.

A primeira aparição fora do circuito dos bares ocorreu em Dezembro de 1980 no Programa "Febre de Sábado de Manhã", realizado no Cinema Nimas, com o tema "Não Há Nada P'ra Ninguém". Em 1981 estabiliza-se definitivamente em Lisboa. 

"Não Há Nada P’ra Ninguém" é lançado em single e torna-se um dos maiores sucessos desse ano. É também lançado o álbum com o mesmo nome.

Em Maio de 1981, Mário Mata participou no programa "Febre de Sábado de Manhã" de homenagem ao jogador ArturMário Mata que levou 45.000 pessoas ao Estádio de Alvalade. 

Em 1982 é editado o álbum "Não Mata Mas Mói" e o single "É Pr'a Desgraça". No ano seguinte é lançado "Que Grande Seca", um novo single. 

É editado o LP "Deixa-os Poisar". Em 1986 lança os singles "Nunca Mais É Sábado" e "O Puto". Um dos convidados das gravações foi Jorge Palma ao Piano.

Participa no Festival RTP da Canção de 1987 com "É do Stress" que fica em 5º lugar.

Em 1994 lançou o CD "Somos Portugueses" que obteve algum sucesso popular com o tema título.

Depois de uma longa pausa regressou, em Julho de 2004, com o álbum "Dupla Face". O disco inclui uma nova versão de "Não Há Nada P’ra Ninguém" e outros temas como "Eu Vou À Bruxa", "Miúda Triste", "Fiquei Tão Bem" ou "Dupla Face".

Em 2006 foi um dos nomes presentes no concerto comemorativo do programa "Febre de Sábado de Manhã".

DISCOGRAFIA
Não Há Nada P’ra Ninguém (LP, Polygram, 1981)
Não Mata Mas Mói (LP, Polygram, 1982)
Deixa-os Poisar (LP, Discossete, 1986)
Somos Portugueses (CD, Vidisco, 1994)
Dupla Face (CD, Ovação, 2004)

SINGLES
Não Há Nada P’ra Ninguém/Não Te Cures Não (Single, Polygram, 1981)
É P'rá Desgraça (Single, Polygram, 1982)
Que Grande Seca (Single, 1983)
Nunca Mais É Sábado/Amanhã É Um Novo Dia (Single, 1986)
O Puto/Não Sei o Que Se Passa (estou a Ficar Sem Massa) (Single, 1986)
Noites de Lisboa/Chaves do Carro (Versão Disco) (Single, Vidisco, 1995)

COMPILAÇÕES SE
O Melhor de 2 - Dina e Mário Mata (Compilação, Universal, 2001)

NO RASTO DE...
O músico mantém um blog em http://www.prosasquerimam.blogspot.com

Informação retirada daqui


domingo, 25 de junho de 2017

Mata Ratos


BIOGRAFIA
O grupo formou-se em 1982. A formação original incluía o vocalista Jorge "Morte Lenta" Leal, o guitarrista Pedro Coelho, o baixista Pinela  e o baterista Jó (Jorge Cristina).

As aspirações tornaram-se  mais profundas em 1988. Nesta altura, o grupo era constituído por Miguel Newton (voz), Pedro Coelho (guitarra), Cascão (baixo) e Jó (bateria).

A primeira edição oficial dos Mata-Ratos foi a maqueta homónima, edição da Raticida Records, gravada em 1989. Oito temas entre os quais "A Minha Sogra é Um Boi" , "O Eterno Enrabado" e "Jardim da Celeste". A cassete venderia cerca de 700 cópias.

Em 1989 concorrem ao 6º concurso do Rock Rendez-Vous mas são afastados da final. 

O grupo assina pela EMI-VC. Em Maio de 1990 gravam em Paço de Arcos o seu álbum de estreia com produção de Paulo Pedro Gonçalves.

"Rock Radioactivo" é editado em Julho de 1990. O disco, com clássicos como "A Minha Sogra é Um Boi", "Xavier" e "Armando É Um Comando",  atinge o 5º lugar do top português e vende mais de 6 mil cópias.

Em 1990, Cascão e Jó saem e o grupo está vários meses sem ensaiar. Entram Cenoura (baixo) e Alberto (bateria). Em Agosto de 1991, João Brr entra para o lugar de Cenoura.

Em Dezembro de 1991 gravam cinco temas ("Xu-Pa-Ki", "Expulsos do Bar", "Paralisia Cerebral",  "Aníbal Caga Tudo" e "Tira, Enrola e Come") para apresentar à editora. A EMI não aceita os temas e o grupo rescinde o contrato.

Em 1993, Moles e Delfin entram para os lugares de Brr e de Alberto.

"Expulsos do Bar",  EP em vinil  com os temas gravados em Dezembro de 1991, é editado em 1994. No ano seguinte foi editado (reedição em vinil cinzento) na Alemanha pela editora Street Beat.

Ainda em 1994, a Drunk Records editou um split-CD com temas de Mata-Ratos, Pé de Cabra e Garotos Podres. O registo incluía três dos cinco temas do EP "Expulsos do Bar" mais oito temas gravados ao vivo.

Em 1995 foi editado o disco "Estás Aqui, Estás Ali". Os Mata-Ratos, em conjunto com o grupo brasileiro Garotos Podres, fazem uma digressão pela Alemanha de forma a promover este novo disco. As duas bandas lançam o split EP "Bebedeiras & Miúdas Tour 95" (Walzwerk).

Em 1996,  Vieira entra para o lugar de Delfin e Gordo Metralha substitui Moles.

"Xu-Pa-Ki 82-97", uma edição limitada, comemorativa dos 15 anos de carreira do grupo, é editada em 1997. A compilação inclui temas do EP "Expulsos do Bar", temas incluídos na compilação "Vozes da Raiva", músicas ao vivo e músicas das primeiras maquetas. 

Em Outubro de 1997, os Mata-Ratos gravam o disco "Sente o Ódio". A seguir à gravação deste disco, Pedro Coelho decide sair do grupo.

"Sente o Ódio" só seria editado em 1999, através da Alarm! Records (subsidiária da Guardians Of Metal). O disco inclui 12 temas entre os quais, "Festa Tribal", "Entre Os Destroços" e "Leis de Merda".

Ainda em 1999 é editado, pela francesa Crânes Blasés, o 7'' EP "Crime", gravado já com a nova formação. Trata-se de uma edição limitada a 555 cópias (vinil colorido) que inclui um tema inédito e três antigos.

No ano de 2000, o grupo grava, no formato CD-r, "Por Um Punhado de Ratos" (B.A.R. Prod).

É editado um split-CD, de Mata-Ratos e Urban Crew, em 2002. Em Novembro de 2002 andam em tournée (Portugal, França, Espanha e Bélgica) com os The Suspects.

Em Setembro de 2003, a Rastilho edita um EP em Vinil com 4 temas (três inéditos e um tema gravado ao vivo). A edição de "Deus, Pátria e Família" é limitada e numerada a 525 cópias. A formação actual inclui Miguel Newton (voz), Bacala (bateria), Bibi Ramone (baixo) e Arlock Dias (guitarra).

Participam no disco "Hangover HeartAttack" de tribito aos Poison Idea.

Bacala e Bibi saem e dá-se o regresso do baterista Ricardo Vieira e a entrada de Arlock Esteves para o baixo.

O álbum "És um Homem ou és um Rato" é editado em Junho de 2004 pela Ataque Sonoro.

Em 2005 é editado "Festa Tribal" gravado ao vivo em Martingança (Maceira/Leiria), em 24/04/05, que agrupa 20 temas do grupo. O registo inclui ainda um cd-extra com conteúdos multimédia.

Regressam em 2007 com novo disco. Em 2010 é editado um disco de tributo aos Mata Ratos.

DISCOGRAFIA
Rock Radioactivo (LP, EMI-, 1990)
Expulsos do Bar (EP, Drunk/Fast'n'Loud, 1994)
Estás Aqui,  Estás Ali! (CD, Drunk/Fast'n'Loud, 1995)
Xu-Pá-Ki 1982-1997 (Compilação, Drunk/Fast'n'Loud, 1997)
Sente o Ódio (CD, Alarm! Records, 1999)
És Um Homem Ou És Um Rato? (CD, Ataque Sonoro, 2004)
Festa Tribal (2CD, Rastilho/Compact, 2005)
(CD, 2007)

SINGLES
Mata-Ratos, os Pé de Cabra e Garotos Podres (Split Cd, Drunk, 1994)
Bebedeiras e Miúdas Tour 1995 [Mata-Ratos/Garotos Podres] (split 7´´, Walzwek, 1995)
To The East And To The West - Portugal Vs. Czchec Republic (7"EP, Bastard Rec./Fast'N'Loud, 1998)
Crime (7'', Crânes Blasés, 1999)
(LISBONNE VS. PARIS) Mata-Ratos/Urban Crew (Split-CD, Bords du Seine, 2002)
Deus, Pátria & Família (7'' EP, Rastilho, 2003 )

Colectãneas
Vozes da Raiva Vol. 1 [Drunk] (1994) - Xu-pa-ki/Expulsos do Bar/Paralisia Cerebral/ O Teu Funeral/Inocente o Doente/Vozes da Raiva/Festa Tribal/Jardim da Celeste/Carnes No Inferno/Os Mortos Também Dançam/Crime
Play It Loud [Fast'N'Loud] (1995) - Paralesia Cerebral
Oi! Um Grito de União [Rotten] (1995) -  
Vozes da Raiva 2 (1995) - 7 Dias Uma Vida/O Porco Que .../Zebedeu/Pequenas Hemorróidas/O Eterno Enrabado
Songs About Drinking [Too Many Records] (1996) - Expulsos do Bar
We Are The Bois! [Bronco Bullfrog] (1996) - Zebedeu / O Eterno Enrabado
Caught In The Cyclone [Cyclone] (1997) - Napalm na Rua Sésamo
Caos Em Portugal [Fast'N'Loud] (1997) - Aníbal Caga Tudo / Pedra No sapato
Scene Killer! [Outsider] (1998) - O Eterno Enrabado
Hangover HeartAttack - A Tribute to Poison Idea [Ataque Sonoro] (2003) - Drain - A Verdade Por Trás
Rock'n'Riots (2004) - No Meu Sonho Era o Figo/*
A Portuguese Nightmare [Raging Planet] (2004)

NO RASTO DE...
Pedro Coelho e João Brr formaram os Anti-Clockwise.


Informação retirada daqui

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Biografia de Frédéric Chopin

segunda-feira, 19 de junho de 2017

sábado, 17 de junho de 2017

Biografia de Beethoven

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Biografia dos Beatles

terça-feira, 13 de junho de 2017

Biografia de Chopin

segunda-feira, 12 de junho de 2017

M'As Foice


BIOGRAFIA
Os M'As Foice são actualmente um dos projectos mais interessantes que existem neste país e provam que imaginação e técnica são coisas que não lhes faltam. Fazem-nos sentir orgulhosos da música feita em Portugal. Quem ainda não os viu ao vivo, perdeu uma boa dose de humor, de saber estar em palco, de saber como se faz um bom espectáculo.

Recentemente tocaram mais uma vez no Rock Rendez-Vous e mais uma vez deram um excelente espectáculo, coisa rara nos grupos portugueses. O início sarcástico do "Mário Guia Um Veículo Sem Luzes"(1) foi brilhante, assim como o foi o modo como eles se apresentaram em palco, inovando mais uma vez e mostrando o filão de ouro que está ali para ser explorado. Quem conseguirá esquecer  a divertida performance de JêPê, a mostrar às sopeiras que estavam junto ao palco como se lavava o chão do Rock Rendez-Vous. Quem conseguirá esquecer  todo aquele humor negro?Foto de João Tabarra

Os M'As Foice são sete rapazes, provenientes de coimbra. Os seus nomes: Sérgio (guitarra), Alex (guitarra), João Paulo (bateria), Nito (voz), Miguel (baixo), Tony (coros e performance) e JêPê (performance). Na primavera de 1989, compilaram numa cassete para amigos alguns dos seus temas, limitados claro por meios técnicos mas não suficientes para impedir o seu sucesso junto do ouvinte. Deram-lhe o nome de "Super Máxi 89". Edit Mixes do hino nacional, António Sala, Júlio Isidro, entre outros, abre o Lado A deste futuro megamáxi (desta vez, em vinil, espera-se)(3). Remixes samplados fazem também de separadores entre as músicas. Estas, excelentes ensaios de como se deve ser irreverente, original e competente tecnicamente, provocam no ouvinte uma sensação de...como que... O destaque vai particularmente para "Galinheiro", "Martelo e Foice", "Coca Cola Billy" e "É".(4) Ao vivo, foram também excelentes os temas "Ónião" e "Fado do Tony".

Miguel Cunha, Blitz 28-11-1989

(1) Foram injustamente afastados da final do Concurso de M.M. do Rock Rendez-Vous, quando mereciam ter alcançado o lugar cimeiro. (MC)

(2) «...deste o início do grupo que estava dentro de nós aquele espírito de nos divertirmos em Palco (...) Inicialmente o performer era para actuar numa música, depois em várias e no fim acabou por ficar sempre. (...) Mas essas performances não são pré-planeadas, elas saem do improviso, acontecem naturalmente. Leva-se uma ideia que depois se desenvolve em palco. É por isso que nos faz divertir, porque todas as vezes é diferente.» M'As Foice / Blitz

(3) Venceram um concurso organizado pela RUC cujo prémio era a gravação e edição de um máxi-single. O disco que deveria chamar-se "Super Maxi" foi gravado mas não chegou a ser editado. O grupo acabou em 1991 porque tinham decidido que o grupo só existiria enquanto se divertissem.

(4) «As letras são muito básicas. É mesmo aquilo - nha, nha/nha, nha, nha - não têm nada de épico, não têm nada de Luís de Camões, mas é mesmo assim, é M'as Foice. Fala-se do dia-a-dia, das pessoas de Coimbra. Há letras que até nem falam de nada. Que são a gozar com as próprias letras. Por exemplo "Coca Cola Billy" fala do Bar Moçambique e das pessoas que o frequentam, "Cu Nimbriga de Morcegos" fala das festas académicas de Coimbra e dos estudantes, "É (Mas foi-se)" é um instrumental...»  M'As Foice / Blitz

DISCOGRAFIA
Umas Fitas dos Émasfoi-se K7s Perdidas (CD, Lux, 2005)

Colectâneas
Insurrectos (1990) - Yuppie Yuppie, lálálá
Ruc 10 anos sempre no ar (1996) - Galinheiro

NO RASTO DE...
Sérgio Cardoso fez parte da formação inicial dos Tédio Boys. Esteve também nos Tomtom Macoute e nos FDP (Foragidos da Placenta). Está nos The Wray Gunn desde 1999.

Alex Magno fez parte dos Lordose, que viriam a dar origem aos Belle Chase Hotel, e dos Eden.

João Paulo Camilo fez parte dos Primus Inter Pares e Carne de Porco. Toca em grupos de baile.

Miguel Falcão esteve alguns anos nos Caffeine. Actualmente é músico de jazz.

Tony Fortuna era o vocalista dos Tédio Boys. Faz parte dos d3ö.

Cristina Sousa fez parte dos Voodoo Dolls.

Informação retirada daqui

domingo, 11 de junho de 2017

Mau-Mau


BIOGRAFIA 
Os Aqui d'el Rock foram o único grupo punk-rock português a editar em fins da década de 70 apesar de terem estado previstas edições de Faíscas e Minas & Armadilhas. Grupos como Xutos & Pontapés só gravariam mais tarde.

Em fins de 1981, O grupo de Fernando, Serra, Óscar e Alberto muda de nome para Mau Mau e assinam com a Rotação para a qual gravam um single com os temas "Vietsoul" e "Xangai".

--- Durante o período de existência da banda, passaram pelos > reg... os seguintes elementos: a > let... Óscar Martins voz e guitarra u > imp... jc Serra bateria m > ent... Fernando Gonçalves baixo e voz de apoio a > ext... Alberto Barradas guitarra e voz de apoio u > índ... Carlos Cabral guitarra "jc Serra - Eu acho pessoalmente que o grupo não vai durar muito tempo..." (in "Música & Som" nº 46 de Abril de 1979)

Integravam a banda na sua formação original, a que se apresentou no seu 1º concerto no C.A.C.O. (Clube Atlético de Campo de Ourique), os já referidos Serra (bateria) e Fernando (baixo), o Alfredo Pereira (guitarra), os três que já faziam parte de uma formação anterior (Osiris), e o Óscar Martins (voz e guitarra), colega do Alfredo na Faculdade de Economia de Lisboa (I.S.E.) Em meados de 1978 gravam um 1º single que incluía o mítico “Há que violentar o sistema” e a apresentação oficial no já referido espectáculo no C.A.C.O. Seguiu-se um período de grande actividade onde o grupo gravou o 2º single, participou em programas das principais rádios nacionais (Renascença e Comercial), e actuou em vários espectáculos de norte a sul do país, nalguns até dando a mão a algumas das bandas que tentavam despoletar, nomeadamente: - UHF com o concerto no salão da cervejaria “O Canecão” em Cacilhas, Almada. - Os Faíscas e UHF na discoteca “Browns” em Alvalade, Lisboa. - Xutos & Pontapés e Minas & Armadilhas na escola “D. Pedro V” em Sete Rios, Lisboa. - Festival rock luso/espanhol, conjuntamente com os portugueses Tantra e duas bandas do país vizinho no estádio do Sporting Clube Farense, Faro. Festas de finalistas, primeiras partes de concertos de grupos estrangeiros, festas de cariz popular, etc. Efectuam a 1ª parte do 1º concerto de uma banda punk internacional em Portugal, os Eddie & Hot Rods no Coliseu de Lisboa em 1979. Na passagem para a década de 80 dá-se a crise de crescimento da banda, que coincide mais uma vez com a falta de local para ensaiar, com o final de curso e a entrada no mercado de trabalho dos elementos estudantis e com a necessidade de evolução do som do grupo. Sai o Alfredo e entra de imediato o Carlos Cabral – “Carlitos Police” (guitarra) e mais tarde o Alberto Barradas (guitarra e voz). E é já em plena década de 80 que finalmente conseguem alugar um estúdio de ensaio em Odivelas, o mesmo aonde trabalhava a Go Graal Blues Band, onde o colectivo se lança num imenso trabalho de composição e onde de uma forma quase insaciável, procura desenvolver as ideias que cada um dos elementos vai apresentando para se alcançar o desejado objectivo de construção de um novo reportório, assente numa nova estética musical. Todas estas mudanças impuseram novos figurinos em várias vertentes e uma necessidade de mudança até no nome da banda, que a liberta-se de um certo estigma que a ligava ao movimento punk e que acabava por lhe restringir algum espaço, que parecia tão necessário ao seu crescimento. Definitiva e envergonhadamente desapareciam os Aqui d’el-Rock e surgiam no seu lugar os Mau-Mau. Carlos Gonçalves – “Ultravioleta” (voz),faz parte da formação que ajuda a suprir a falta do Carlitos “Police”, impedido pelo serviço militar, aquando das primeiras partes dos concertos de Lene Lovich no Porto e em Cascais, no âmbito da celebração do 1º aniversário do programa de rádio Rock em Stock, em Maio de 1980: - Wilko Johnson & the Solid Senders e Xutos & Pontapés no Pavilhão do Restelo, Lisboa. - Cheap Trick na Nave de Alvalade, Lisboa. - Maratona do rock do jornal "Musicalíssimo" no Pavilhão de Feiras do Cevadeiro, Vila Franca de Xira. - Go Graal Blues Band na sede do Clube Oriental de Lisboa. - Concerto a solo no "Rock Rendez-Vous", Lisboa. - Concerto a solo na Escola Náutica de Paço d’Arcos, com produção de Manuel Cardoso (Tantra).

 Em 1982 chegava a fase decisiva da vida dos ex Aqui d’el-Rock, agora Mau-Mau, com a gravação e edição de um single, cujos os dois temas revelavam alguma da imaginação dos seus restantes quatro elementos, Fernando, Serra, Óscar e Alberto. “Xangai” no lado A, um tema construído em contratempos cujo o canto é feito sem recurso a líricas e “Vietsoul” no lado B, que como o próprio nome indica é cantado em inglês e que contou com a especial participação de João Allain (Go Graal Blues Band), no solo de guitarra. A edição foi efectuada pela etiqueta "Rotação", propriedade do conhecido locutor de rádio António Sérgio, que também assinou a produção e que manifestou mais uma vez a sua pouca consideração pela banda, ao efectuar as misturas sem a presença de qualquer elemento da mesma, contrariando o que havia sido estipulado. Aliás este foi o seu segundo acto de pouca lisura para com o grupo, pois já anos antes havia proferido de uma forma nada corajosa, declarações difamatórias da banda durante um seu programa na Rádio Renascença. Estes dois temas ainda serviram de inspiração ao apresentador de televisão Júlio Isidro, que os colocou como pano de fundo de um dos episódios dominicais do seu programa televisivo “O Passeio dos Alegres”, mas funcionaram como o canto do cisne da própria carreira. Efectivamente o grupo nunca foi capaz de assumir o profissionalismo que se impunha e traçar um rumo definido e definitivo, que o fizesse ultrapassar as dificuldades e o ajuda-se a impor no meio musical português, já de si pequeno, confuso e numa fase de muita competição. Por essa ocasião ainda, acentuaram-se as já notórias diferenças de expectativa de vida no seio dos elementos do colectivo, que aprofundaram o crescente défice de articulação, de liderança e de ambição, causas principais

DISCOGRAFIA
Xangai/Vietsoul (Single, Rotação, 1982)

NO RASTO DE ...
Referência à iniciativa que o Óscar e o Alberto tentaram empreender logo depois (1984/86), à do Fernando também em parceria com o Alberto sob o título de Imortal Cancer (1987/90), às do Carlitos “Police” Cabral, quer como membro fundador dos extintos Margem Sul, quer como sócio do estúdio de gravação/produção - Boom Estúdio, à participação do Carlos “Ultravioleta” Gonçalves no grupo Raindogs como vocalista, à participação (final de 2005) do jc Serra na gravação de 1 EP dos Clockwork Boys que incluiu uma nova versão do clássico “Há que violentar o sistema” e ao projecto "Há alma" concebido em 2006 por aqueles que constituiram o seu núcleo duro - Fernando Gonçalves, Óscar Martins e jc Serra. © 2006 / jc serra

Informação retirada daqui

sábado, 10 de junho de 2017

Megahertz


BIOGRAFIA MHZ
Grupo de Cantanhede que participou no Só Rock, em Coimbra. O grupo era formado por Idalécio (teclados e voz), João Lopes (guitarra, ocarina e voz), José Luis (baixo) e Carlos Lopes (bateria).

Lançaram o primeiro single, "Ele É o Freak da Sua Rua", em 1981.

Em 1982 lançaram um novo single, produzido por Frodo, com "Febre dos Tempos" no lado A e uma versão de "A Lenda de El Rei D. Sebastião", do Quarteto 1111, no lado B.

DISCOGRAFIA
Ele É o Freak da Sua Rua/Tu (Single, Roda, 1981)
Febre dos Tempos/A Lenda de El Rei D. Sebastião (Single, Roda, 1982)

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sexta-feira, 9 de junho de 2017

Melleril de Nembutal


BIOGRAFIA
Projecto que juntava Canto Buendia (guitarra), Miguel Santos (baixo e percussões), Itaperapetuxe (bateria), Justo Infantes (baixo e percussão), Canio Silvestre (voz), Camarada MgGuinty (percussão e harmónica), Arcádio Maturina (performer) e Cénti Papa (violino e flauta). Por vezes também aparecia Lua Côma .

Em 1985 participaram no festival de Nova Música do Porto. Na primeira vez que os viu, em Dezembro de 1986, o jornalista António Pires (Blitz) descreveu os Melleril de Nembutal assim (texto extraído do blog Juramento Sem Bandeira):

«Os Melleril de Nembutal (banda que deve ir buscar o nome a um produto híbrido de comprimidos para a dor de dentes e um qualquer descendente do Australopithecus Afarensis) tiveram a sorte ingrata de abrir uma noite destinada a visitas importantes [Mão Morta e RongWrong] naquela casa [Rock Rendez-Vous] e cumpriram o seu papel: comportaram-se como putos traquinas, puseram o dedo no nariz, partiram a loiça, queixaram-se publicamente da mãe. Bem, agora a falar a sério (se seriedade é uma palavra que se pode aplicar neste caso) -- as canções dos Melleril demonstram a fragilidade técnica da banda, um muito fraco domínio dos instrumentos, mas mostram também que há ali bastante mármore de qualidade que com duas ou três marteladas e meia polidela pode dar uma bela estátua de N. Sra. das Dores. A sua música, conduzida por dois vocalistas incrivelmente kitsch e divertidos (um traz vestido um guarda-roupa completo de ceifeira alentejana e o outro apenas uns collants rendilhados), vai beber directamente à Tradição portuguesa, tanto em termos musicais como líricos, as suas referências -- o Alentejo (Janita Salomé possivelmente soaria assim se tivesse menos 20 anos), os cantos árabes, os ritmos tribais que até nem aparecem por acaso, visto alguns dos membros já terem tocado com Farinha -- juntam-se aos símbolos maiores do nosso país (os cultos católicos, a presença obsessiva da Mãe, a possessão demoníaca) para dar aos Melleril um som muito próprio e bastante prometedor.»

Em 1987, os Melleril de Nembutal concorreram ao IV Concurso de Música Moderna do Rock Rendez-Vous onde conseguiram o Prémio de Originalidade.

NO RASTO DE...
Miguel Santos chegou a trabalhar no jornal Blitz. Actualmente trabalha na secção londrina da Fundação Calouste Gulbenkian. 

Depois do fim da banda, Miguel Santos formou o projecto Hesskhé Yadalanah e a editora Johnny Blue pela qual chegou a editar uma cassete em caixa de cortiça com o nome do seu antigo grupo: "Melleril de Nembutal" é uma cassete de luxo reduzida a 100 exemplares em caixa de cortiça, assinada por Hesskié Yadalanah, "alter ego" do próprio editor.

Os restantes elementos formaram os RU 486 que participaram em algumas cassetes da Facadas na Noite e da K7 Pirata. Depois do fim deste projecto apareceram os Subterfugio (cinco elementos originais dos Melleril, entre eles a voz de José Jacinto) que nos inícios dos anos 90 editaram uma cassete pela K7 Pirata.

O projecto Uru Eu Wau Wau era formado por Miguel Santos e por outro ex-Melleril de Nembutal.

Informação retirada daqui


quinta-feira, 8 de junho de 2017

Biografia de Luísa Todi

Luísa Rosa de Aguiar, meio-soprano portuguesa, a mais célebre de todos os tempos. Nasceu em Setúbal, filha de um professor de música e instrumentista, que passou a viver em Lisboa em 1765. Luísa começou pelo teatro musicado aos catorze anos, no Teatro do Bairro Alto em "Tartufo", de Molière. Com outra irmã cantou em óperas cómicas. Casou, em 1769 com o violinista napolitano e seu grande admirador, Francesco Saverio Todi que lhe deu o apelido e a fez aprender canto com o compositor David Perez, muito conceituado e mestre de capela da corte portuguesa. Ao marido deveu o aperfeiçoamento e a dimensão internacional que a levariam a todas as cortes da Europa, como cantora lírica. Estreou-se em 1771 na corte portuguesa de D. Maria I e cantou no Porto entre 1722 e 1777 quando partiu para Londres para actuar no King's Theatre, sem particular aplauso por parte dos ingleses. Em 1778 está em Paris, segue-se Versalhes. Em 1780 é aclamada em Turim, no Teatro Régio tendo assinado um contrato como prima-dona e em 1780 era já considerada pela crítica como uma das melhores vozes de sempre. Brilhou na Áustria, na Alemanha e na Rússia. Veio a Portugal em 1783 para cantar na corte portuguesa. Regressou a Paris tendo ficado célebre o "duelo" com outra cantora famosa de nome Gertrudes Mara. A crítica e o público dividiu-se. Convidada, parte com o marido e filhos para a corte da caprichosa e licenciosa Catarina II da Rússia, em São Petersburgo (1784 a1788), que a presenteou com jóias fabulosas. Em agradecimento o casal Todi escreveu para a imperatriz a opera «Pollinia». Berlim aplaudiu-a quando ia a caminho da Rússia e no regresso, Luísa Todi foi convidada por Frederico Guilherme II da Prússia, que lhe deu aposentos no palácio real, carruagem e os seus próprios cozinheiros, sem falar do principesco contrato, tendo ali permanecido de 1787 a1789. Diversas cidades alemãs a aplaudiram como Mainz, Hanôver e Bona, onde Beethoven a terá ouvido. Cantou ainda em Veneza, Génova, Pádua, Bérgamo e Turim. De 1792 a1796 encantou os madrilenos novamente. Em 1793 regressa à corte de Lisboa por ocasião do baptizado de mais uma filha do herdeiro do trono, futuro D. João VI, casado com D. Carlota Joaquina. A cantora precisou de uma autorização especial para cantar em público, o que era então proibido às mulheres, numa corte pouco esclarecida como a de D. Maria I. Luísa Todi tinha a capacidade invulgar de cantar com a maior perfeição e expressão em francês, inglês, italiano e alemão. Em 1799 terminou a sua carreira em Nápoles. Regressou a Portugal e cantou ainda no Porto, em 1801. Luísa Todi enviuvou em 1803 e viveu naquela cidade, onde viria a perder as suas famosas jóias no trágico acidente da Ponte das Barcas, por ocasião da fuga das invasões francesas em Portugal, pelos exércitos de Napoleão, em 1809. Viveu em Lisboa de 1811 até ao final da vida, consta que com algumas dificuldades e cega. Setúbal não a esqueceu tendo-lhe erigido um monumento com a sua efígie e dado o seu nome à principal artéria da cidade. No livro de Antoine Reicha, "Tratado da Melodia" Luísa Todi foi considerada "A cantora de todas as centúrias" melhor dizendo "Uma cantora para a eternidade"

Biografia retirada daqui

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Momentos de ... Chris Brown




















terça-feira, 2 de maio de 2017

One Direction no Pavilhão Atlântico








http://www.tvi24.iol.pt/ fotos: Luís Carvalhal

domingo, 23 de abril de 2017

Fotogaleria - Amor Electro


sexta-feira, 21 de abril de 2017

Fotogaleria - Amor Electro


quarta-feira, 19 de abril de 2017

Fotogaleria - Amor Electro


segunda-feira, 17 de abril de 2017

Fotogaleria - Amor Electro



sábado, 15 de abril de 2017

Fotogaleria - Trêsporcento


quinta-feira, 13 de abril de 2017

Fotogaleria - Trêsporcento


terça-feira, 11 de abril de 2017

Fotogaleria - Trêsporcento


domingo, 9 de abril de 2017

Fotogaleria - Amor Electro


Fotogaleria - Trêsporcento


domingo, 26 de março de 2017

Chris Brown - Foi detido, libertado e já lançou uma nova música



Menos de 24 horas depois de ter sido detido, Chris Brown lançou uma nova música. O novo single do cantor norte-americano "What would you do?", ("o que farias?", em português) foi divulgado pelo próprio na internet

Chris Brown foi preso esta terça-feira sob a suspeita de agressão com arma de fogo a uma mulher. Foi colocado em liberdade condicional no mesmo dia após ter pago uma fiança de 250 mil dólares, 224 mil euros, e aguarda agora julgamento. Segundo a imprensa internacional, Chris Brown poderá ser condenado a um máximo de 14 anos de prisão.

Pelo Instagram, Chris Brown deixou hoje uma mensagem aos fãs. "Com todas as m***** que estão a acontecer vou só dar a outra face e lançar músicas", disse o cantor num vídeo.

A nova música faz parte do álbum que Chris Brown vai lançar em breve, "Heartbreak On A Full Moon".

A detenção de Chris Brown esta semana em Los Angeles foi notícia em todo o mundo - o cantor passou várias horas barricado dentro de casa e a publicar vídeos no Instagram, enquanto a polícia negociava a sua rendição.

Brown é acusado de ter ameaçado e agredido com uma arma a modelo Baylee Curran, que estava na casa do cantor e que às três da manhã ligou para a polícia a pedir ajuda.

O advogado de Brown, Mark Geragos, afirmou que todas as acusações são falsas.

Em 2009, Chris Brown deu-se como culpado após ter sido acusado de agredir a namorada da altura, Rihanna, e cumpriu seis meses de trabalho comunitário.

Informação retirada daqui

sábado, 25 de março de 2017

Casaco em forma de coração de Rihanna custa 14 mil euros


O casaco de pelo de Yves Saint Laurent, e em forma de coração, que Rihanna usou esta semana, custou 14 mil euros.

Se há cantoras que apostam frequentemente num visual arrojado, uma delas é, por certo, Rihanna. Esta semana, a cantora de Barbados voltou a dar nas vistas com um casado de pelo vermelho em forma de coração, que conjugou com uns curtos calções de ganga.

A atenção dos media e os blogues de moda rapidamente se voltaram para a peça de roupa usada na noite desta segunda-feira pela estrela da pop, quando Rihanna foi fotografada a sair de uma discoteca nova-iorquina, a 1 Oak Club.

Sabe-se agora que o casaco em forma de coração é da autoria da marca francesa Yves Saint Laurent e está à venda na luxuosa loja Barneys, em Nova Iorque, a um preço de 13800 euros, avança a imprensa internacional.

A mesma acrescenta que o modelo de Saint Laurent foi criado a partir de pele de raposa finlandesa, e depois pintado com este tom de vermelho.

A cantora tem por hábito usar peças de roupa com pele animal e é, com frequência, alvo de críticas por parte de ativistas e defensores dos direitos dos animais, inclusive pela PETA, mas mostra-se sempre indiferente a este tipo de "feedback".

Rihanna tem dado também que falar nos últimos dias, não só por ter vencido o Prémio Vanguarda nos MTV Video Music Awards, pelos telediscos que têm marcado a sua carreira, mas também com os rumores de namoro com o cantor Drake, até aqui tido como seu amigo e habitual colaborador musical.

Informação retirada daqui

quinta-feira, 23 de março de 2017

Lily Allen emociona-se em visita a campo de refugiados



A cantora britânica Lily Allen visitou o campo de refugiados em Calais, França, e está a ser criticada por ter pedido desculpa em nome do seu país pela situação que ali se vive.

Lily Allen visitou o campo de refugiados em Calais, no norte de França, e pediu desculpa em nome do seu país pela situação na qual se vive naquela "selva", o que levou a várias críticas por parte dos cibernautas britânicos no Twitter.

A cantora inglesa de 31 anos, que estava acompanhada por uma equipa da BBC em reportagem para um programa da estação pública britânica, emocionou-se ao falar com um jovem afegão de 13 anos, que arriscou a vida ao tentar passar a fronteira para ir ter com o pai que já vive no Reino Unido, na cidade de Birmingham.

"Parece-me que em três diferentes alturas na vida deste rapaz, a Inglaterra, em particular, deixou-o em perigo. Bombardeámos o teu país, pusemos-te nas mãos dos Taliban e agora colocámos a tua vida em risco quando quiseste entrar no nosso país. Peço desculpa em nome do meu país, por tudo aquilo que te fizemos passar", frisou Lily Allen, em lágrimas.

Após ter sido criticada no Twitter por falar em nome da Inglaterra, a cantora respondeu na mesma rede social: "Uau, tantos comentários abusivos por ter pedido desculpa a um jovem que precisa de ajuda por parte de um país que contribuiu para a sua terrível situação atual", escreveu Allen.

A irmã de Alfie Allen, ator de "A Guerra dos Tronos", e mãe de duas crianças, fez ainda voluntariado num armazém que organiza e distribui donativos para os estimados 10 mil migrantes e refugiados que se encontram atualmente em Calais.

Informação retirada daqui

quarta-feira, 22 de março de 2017

Grupo de "motards" tira Bruce Springsteen da estrada após avaria


Um grupo de "motards" de Nova Jérsia encontrou Bruce Springsteen à beira da estrada, depois de a sua mota ter ficado sem bateria. Levaram-no a um bar para tomar uma bebida e trocaram contactos.

Um grupo de "motards" do grupo Freehold American Legion Riders seguia viagem rumo a casa quando viram, à beira de uma estrada na localidade de Freehold, em Nova Jérsia, um homem ao lado de uma mota com a bateria descarregada. Quando se aproximaram, ficaram surpreendidos ao perceber que era Bruce Springsteen.

"Foi um dia que eu provavelmente não vou esquecer durante algum tempo. Quando desço da minha mota, vejo que é ele. É um homem muito simpático e humilde", conta Dan Barkalow, de 54 anos, um dos "motards" à CNN.

Quando não conseguiram ligar de novo a bateria da mota do músico norte-americano, levaram-no, num dos seus veículos, até ao bar mais próximo, onde ficaram a tomar uma bebida e a conversar durante 45 minutos, até chegar a boleia do cantor e compositor.

"Falámos sobre motas e sobre a nossa localidade [Freehold]", frisou Dan Barkalow, acrescentando que Bruce Springsteen ficou com os nomes e os contactos telefónicos daquele grupo. "Ele disse que, quando der um concerto nesta zona, liga-nos para nos dar bilhetes", adiantou o norte-americano, divulgando ainda imagens com o cantor.

Informação retirada daqui

terça-feira, 21 de março de 2017

Jovem agredido por Justin Bieber já não é fã: "Primeiro estou eu"


O jovem espanhol que foi agredido por Justin Bieber e que ficou a sangrar do lábio deu uma entrevista onde declara que deixou de ser fã do cantor. "Foi um dia horrível", conta.

O jovem agredido por Justin Bieber antes do concerto do cantor em Barcelona, na terça-feira, declarou que já não é fã do cantor de 22 anos. Em entrevista à rádio espanhola Happy Fm, Kevin, quando questionado se continua a admirar o artista, confessou: "Sinceramente, não. Primeiro estou eu."

O jovem defendeu-se, alegando que "só queria tocar no [seu] ídolo." Kevin revelou ainda que tocou ao de leve no cantor canadiano, que seguia de carro, com o vidro aberto. Bieber acabou por afastá-lo com um repentino soco, que o deixou a sangrar no lábio. "Foi um dia horrível", confidenciou o jovem, que acabou por não assistir ao concerto.

Justin Bieber esteve em Espanha para dois concertos, em Madrid e Barcelona, enquadrados na digressão mundial de apresentação do seu último álbum, "Purpose". O músico encerra a digressão europeia em Londres mas antes disso deu um concerto no MEO Arena, em Lisboa, esta sexta-feira.

Informação retirada daqui

segunda-feira, 20 de março de 2017

Seis factos essenciais sobre a vida de George Michael


O músico britânico George Michael, que morreu domingo aos 53 anos, foi um ícone da música pop conhecido tanto pelos êxitos que colocou no top de vendas um pouco por todo o mundo, como pela sua turbulenta vida pessoal.

O nome - Georgios Kyriacos Panayiotou, de ascendência grega, brilhou como membro do duo Wham e como solista ao longo de uma carreira na qual vendeu mais de 100 milhões de discos, que inclui temas que se tornaram clássicos da música pop como "Careless Whisper", "Faith", Wake me up before you go-go", "Freedom" ou "Last Christmas". Filho de pai grego-cipriota e de mãe britânica, Georgios Kyriacos Panayiotou nasceu a 25 de julho de 1963 no bairro de East Finchley, no norte de Londres.

A fama - George Michael saltou para a fama no início da década de 1980, depois de formar o duo Wham, com o seu companheiro de escola Andrew Ridgeley, com o qual conquistou êxito atrás de êxito com "Club Tropicana", Young Guns (Go For It)" ou "Last Christmas". Em 1985 os Wham tornaram-se a primeira banda pop ocidental a dar dois espetáculos na China comunista, numa altura em que ainda se encontrava muito fechada ao exterior, liderada pelo líder reformista Deng Xiaoping. Em 1986 saiu o último álbum do duo "The Edge of Heaven", que voltou a ser um êxito de vendas, e com o qual fizeram uma série de concertos no estádio de Wembley. O seu primeiro álbum como solista "Faith" foi um êxito de vendas em 1988, embora tenha aberto uma batalha legal entre o músico e a editora Sony, da qual George Michael tentava sair.

As polémicas - Em 1998 também o seu nome começou a aparecer nos 'media' pelas piores razões, depois de anos em que se recusou a falar sobre a sua alegada homossexualidade, foi detido por atentado ao pudor na Califórnia, nos Estados Unidos. O incidente foi posteriormente parodiado no videoclip "Outside" pelo próprio músico que veio a declarar abertamente ser homossexual, bem como a revelar a relação com o norte-americano Kenny Goss. Em 2006 voltou a protagonizar as páginas dos jornais pelas piores razões depois de ser detido pela polícia londrina por dormir ao volante do seu BMW, embriagado e supostamente sob o consumo de cannabis. Dois anos depois voltou a ser detido por posse de cocaína e outras substâncias, tendo em 2010 recebido uma sentença de oito semanas de prisão por um incidente no qual foi com o seu automóvel de encontro a uma loja no norte de Londres.

A separação - Em 2011, anunciou oficialmente o fim da sua problemática relação de 15 anos com Kenny Goss, embora tenha assegurado que se tinham separado dois anos antes e, em 2012, tentou relançar a sua carreira ao cantar na cerimónia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres.

À beira da morte - Durante a última década da sua vida teve alguns problemas de saúde, tendo estado à beira da morte em 2011 devido a uma pneumonia, tendo sido obrigado uma traqueotomia.

Em Portugal - George Michael esteve apenas uma vez em Portugal, em 2007 no Estádio Municipal de Coimbra, por ocasião dos 25 anos de carreira.

Informação retirada daqui
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